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NOTÍCIAS / Exportações e importações

  • 11/01/2021 - Exportações e importações

Os 5 países que mais exportaram para o Brasil no terceiro trimestre de 2020

China é o país que mais vende produtos para o Brasil, respondendo por 22,73% do total de importações - o equivalente a quase US﹩ 8 bilhões

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Por: Assessoria

Segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), o Brasil é o 29º maior importador do mundo. Além disso, de acordo com dados recentes do Ministério da Economia, o país registrou um registrou superávit de US﹩ 3,732 bilhões em novembro deste ano, superando em 4,7% o número no mesmo período do ano passado, quando foi atingido a casa de +US﹩ 3,565 bilhões.

Especificamente, durante o mesmo período, as importações totalizaram US﹩ 13,799 bilhões, apresentando uma queda de 2,6%. Pensando neste cenário, a Descartes, companhia focada em soluções de logística e Supply Chain, elaborou um relatório que traz informações detalhadas sobre as importações brasileiras no terceiro trimestre de 2020. Os dados disponibilizados levaram em conta os números fechados até 31 de outubro de 2020 e foram extraídos a partir da ferramenta Descartes Datamyne, solução que contempla mais de 230 mercados em cinco continentes.

Segundo o levantamento, a China é o país que mais vende produtos para o Brasil, respondendo por 22,73% do total de exportações - o equivalente a quase US﹩ 8 bilhões. Em seguida, estão os Estados Unidos, que importou 14,62% do total, o equivalente a US﹩ 5,1 bilhões. Historicamente, os dois países são os que mais exportam para o Brasil, dado que se confirma ao analisarmos as movimentações do terceiro trimestre dos anos anteriores.

Em 2018, a China e os Estados Unidos responderam por 22,94% e 17,69% do total de exportações para a população, respectivamente; já em 2019, os países inverteram de posição no ranking, porém com uma diferença mínima nos percentuais: o país norte americano exportou 17,56%, enquanto o território asiático comercializou 17,41%. No terceiro trimestre de 2020, a Alemanha ocupou a terceira posição no ranking, com 5,66% das operações, o equivalente a US﹩ 1,9 bilhão.

O produto mais importado pelo Brasil foram os de perfuração submersível, cujo volume no terceiro trimestre correspondeu a US﹩ 4,8 bilhões. Já os tubos flexíveis de ferro e aço ficaram em segundo lugar no ranking, movimentando US﹩ 3,5 bilhão, enquanto o terceiro produto mais importado foi o óleo de gasolina e betume mineral, que movimentou US﹩ 3,4 bilhões. Outros dois produtos cujo volume de importação é significativo são o óleo bruto de petróleo e minerais betuminosos, que chegaram a US﹩ 2,2 bilhões, e o cloreto de potássio, com movimento de R﹩ US﹩ 2 bilhões.

Especificamente sobre a China, seria interessante ressaltar que a fotografia do momento apresenta que o Brasil adquiriu recentemente um maior número de componentes ligados ao segmento da construção civil. "Visualizamos uma importação de produtos, como por exemplo, capacitores, equipamentos e componentes elétricos, além de resistores. Esse fato evidencia uma demanda do mercado de edificação que apresenta dados de crescimento no mercado brasilieiro", apresenta Patrícia Bianco, responsável pela parte de inteligência de mercado internacional da Descartes.

Por fim, as compras do exterior começaram a registrar quedas acima de dois dígitos a partir de abril. Considerado o período entre abril e julho, o total apresenta queda de 21% na comparação com o ano anterior. As importações chegaram a US﹩ 46 bilhões, nível que, nos últimos dez anos, só foi alcançado em 2016.

"A importação funciona como um espelho da produção interna e da atividade comercial; quando há queda em um há no outro também. Os primeiros meses da pandemia foram muito difíceis, com diminuição de demandas em diversos setores da indústria, como automobilística, petróleo e derivados, máquinas e equipamentos. Devemos analisar com calma os dados apresentados, pois alguns segmentos já conseguiram se recuperar e sinalizam para o mercado uma retomada positiva", conclui Bianco.

Sobre o Grupo Descartes Systems

Líder global no fornecimento de soluções sob demanda de software como serviço, focadas na melhoria da produtividade, desempenho e segurança de negócios de logística intensiva. Os clientes usam nossas soluções modulares de software como serviço para rotear, agendar, rastrear e medir os recursos de entrega; planejar, alocar e executar remessas; avaliar, auditar e pagar faturas de transporte; acessar dados comerciais globais; arquivar documentos aduaneiros e de segurança para importação e exportação; e concluir vários outros processos de logística participando da maior comunidade de logística multimodal colaborativa do mundo. A sede fica em Waterloo, Ontário, Canadá e temos escritórios e parceiros em todo o mundo. Saiba mais em www.descartes.com/br

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